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Notícias Recentes

  • 08 setembro, 2014
    Em Maio/2014 fomos reconhecidos pela Companhia Energética de Minas Gerais, CEMIG pelo desempenho apresentado em 2013, agradecemos a Deus por essa bênção e a todos que colaboraram para que recebêssemos esse prêmio. Que o Senhor recompense cada um de vocês.

    "Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado."

    Roberto Shinyashiki  
  • Segundo lista do site da revista Exame, as profissões de engenharia estão no topo entre as mais promissoras para 2014. No topo da lista aparece Engenharia Civil, já que o país vive um boom nesse ramo. Logo em seguida, em segundo lugar, aparece Engenharia Mecânica, já que a demanda desses profissionais é grande em diversas áreas da economia. Depois, em terceiro lugar, aparece Engenharia Naval. Com os grandes campos de pré-sal, será necessário que profissionais dessa área atuam para a construção de embarcações de apoio para a indústria offshore. Engenheiro especializado em óleo e gás aparece em quinto colocado, já que, até 2027, o setor de petróleo e gás deve liderar a atração de investimentos na indústria. Mas, ainda, há poucos profissionais qualificados e disponíveis no mercado. Entre os profissionais listados, aparece Executivo de Segurança Física (10º), Diretor Financeiro (15º), Advogados (22º e 23º), Cientista de dados (26º), Analista de segurança da informação (28º) e profissionais de TI (32º a 34º), além de profissionais ligados a e-commerce (34º a 36º e 39º). Fonte: http://www.engenhariae.com.br/mercado/engenharia-esta-topo-das-profissoes-mais-promissoras/  
  • 05 novembro, 2013

    Marcelo Scandaroli     Na era do aquecimento global, em que o planeta corre sérios    riscos ambientais, nada mais acertado do que investir no uso de  tecnologias sustentáveis, principalmente na construção civil.  Criados na Alemanha, os telhados verdes ganharam espaço em t  toda a Europa a partir da década de 1960 e viraram sinônimo de  requinte e bem-estar no topo de cidades como Nova York.  Aliando paisagismo à redução das temperaturas internas das  edificações, os green roofs - também conhecidos como telhados  vivos - podem ajudar a controlar o efeito estufa, melhorar a  qualidade do ar por meio da fotossíntese, reduzir o escoamento  de águas pluviais para as vias públicas e atenuar efeitos dos  bolsões de calor das metrópoles.

       Para o arquiteto alemão Jörg Spangenberg, doutorando pela Bauhaus em convênio com a USP (Universidade de São Paulo), o custo- benefício da solução compensa. De acordo com sua pesquisa aplicada no Laboratório de Conforto Ambiental e Eficiência Energética da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, a utilização em larga escala dos telhados verdes poderia reduzir 1oC ou 2oC a temperatura nas grandes cidades. "O cálculo depende da direção e intensidade do vento, entre outros fatores. Mas essa redução já é suficiente para impactar na qualidade de vida da população e das pessoas que habitam esses ambientes", afirma.

       Segundo Spangenberg, a redução da temperatura da superfície das lajes após a instalação das coberturas diminui cerca de 15°C, o que influencia na sensação de conforto térmico dos ambientes. A diferença também é sentida no consumo de energia elétrica. Dependendo do tipo de telhado, capacidade de área, vegetação utilizada e do sombreamento, estima-se que, no andar de cobertura, a redução da carga térmica para o condicionador de ar seja de aproximadamente 240 kWh/m², proporcionado pela evapotranspiração.

    Fotos: divulgação Instituto Cidade Jardim

       No Brasil, embora a oferta específica de tecnologias tenha aumentado na última década, existem ainda poucas opções no mercado. "No Brasil, a solução precisa ainda ser popularizada. Creio que as prefeituras devam pensar em estratégias de incentivo", diz Spangenberg. A busca pelas certificações LEED (Leadership in Energy and Environmental Design), concedida para edifícios sustentáveis, deve aumentar expressivamente essa demanda. De olho nesse mercado, empresas especializadas oferecem coberturas verdes inteligentes e adequadas para diferentes tipos de lajes e estruturas.
     
     
     
     
    Fonte: http://techne.pini.com.br/engenharia-civil/148/artigo287671-1.aspx

    Serviço: Instituto Cidade Jardim: www.institutocidadejardim.com.br Ecotelhado: www.ecotelhado.com.br

     

  • O uso do gesso na construção civil brasileira vem crescendo gradativamente ao longo dos últimos anos. Ganhou impulso a partir de meados da década de 1990, com a introdução da tecnologia drywall nas vedações internas de todos os tipos de edificações do país.   Pensando na constante e crescente utilização do gesso, estudantes da Universidade de Campinas (UNICAMP), sob a coordenação da pesquisadora Sayonara Maria de Moraes Pinheiro, engenheira civil e professora da Universidade Federal do Vale do São Fransisco (Univasf), realizaram uma pesquisa e chegaram a conclusão de que o gesso descartado nas obras de construção civil pode ser recuperado, mantendo as mesmas propriedades físicas e mecânicas de seu formato comercial.   O processo consistiu na execução de duas fases para o retorno do gesso ao seu formato comercial: moagem e calcinação. Segundo a pesquisadora, apenas a moagem poder ser considerada um processo de reciclagem por si só, pois resulta em uma pasta utilizada pela indústria da construção. Nessa etapa, “o resíduo vai ter o tamanho necessário para ser calcinado”, afirma Sayonara.   No processo de calcinação, o resíduo, que não tinha propriedade nenhuma, segundo a pesquisadora, volta a ser um aglomerante. “Com a adição da calcinação, o gesso retorna ao seu formato comercial”, completa.2Estudo comprova que gesso pode ser reciclado inúmeras vezes   Os ciclos provam que o gesso da construção civil pode ser sustentável. “Se não houver contaminação, o gesso pode ser 100% reciclado”, diz.   Segundo ela, para destinar o resíduo de gesso à reciclagem, seria necessário estabelecer um programa de gestão nos canteiros de obra com regras como, por exemplo, condicioná-lo em recipientes específicos. Dessa forma, você contribui diretamente com a sustentabilidade do setor da construção civil como um todo, seria uma logística reversa.   Utilizar o resíduo em diversos ciclos de reciclagem, além de reduzir a extração do minério gipsita, ainda contribui para a diminuição do descarte inadequado do material, bem como da contaminação do solo e lençol freático.   Por ser constituído de sulfato de cálcio di-hidratado, o resíduo de gesso pode se tornar tóxico em contato com o meio ambiente, já que a facilidade de solubilização do material promove a sulfurização do solo e a contaminação do lençol freático. Portanto, não é recomendada sua deposição inadequada ou em aterros sanitários comuns, onde a dissolução dos componentes pode torná-lo inflamável.   Portanto uma boa gestão ambiental do canteiro de obras não tem como objetivo apenas cumprir a legislação. Gera qualidade, produtividade, contribui para a diminuição de acidentes de trabalho e ainda reduz os custos de produção do empreendimento e de destinação dos resíduos.   E assim daremos um passo gigantesco em direção à sustentabilidade, pois são esses avanços, tecnológios e de métodos construtivos, que fazem a verdadeira diferença tanto para as construtoras e seus clientes, quanto para a sociedade como um todo.     Fonte: http://www.engenhariae.com.br/meio-ambiente/estudo-comprova-que-gesso-pode-ser-reciclado-inumeras-vezes/  
  • 21 março, 2013

    Gasmig entra para segmento de cogeração com primeiro projeto desenvolvido para a Coca-Cola FEMSA Brasil 

      Até o final deste semestre, a Gasmig, empresa do grupo Cemig, vai concluir o primeiro projeto de geração combinada a gás natural em Minas Gerais. Sua entrada no segmento de Cogeração, Climatização e Geração Distribuída será marcada pelo projeto de cogeração na nova fábrica da Coca-Cola FEMSA Brasil. Serão instalados 8 quilômetros de gasoduto em aço.

      O projeto será desenvolvido através de parceria entre a Gasmig e a Air Liquide, empresa responsável pela implantação do sistema. A cogeração vai gerar eletricidade, produzir vapor, refrigeração para o
    ambiente e CO2, que será usado na composição dos refrigerantes.
       Quando usada para refrigeração, a cogeração, além de mais econômica não utiliza o CFC, um dos gases mais danosos à camada de ozônio.
    Incentivo
      A homologação de uma tarifa diferenciada para Cogeração, Climatização e Geração Distribuída foi o fator que impulsionou a entrada efetiva da Gasmig no segmento. A tarifa é atrativa, acompanha a média praticada  no país, além de ser essencial para incentivar a disseminação do segmento no estado.
  • 27 fevereiro, 2013
     

       Casa nova em sete dias e economia de 15% no custo final da obra. Essas são as promessas feitas pelas empresas Dupont, Braskem e Global Housing International, que desenvolveram um sistema de construção em concreto e PVC.

       Uma estrutura oca em PVC é montada, através de encaixe, e, em seguida, preenchida com concreto. “80% (da estrutura) é feita de forma industrial. Não é necessária mão de obra especializada, apenas treinada. A redução de mão de obra é de cerca de 80%”, afirma Roberto Gandolfo, sócio-diretor da Global Housing.

     

    A “Casa de Concreto PVC” permite, ainda, que o sistema de alvenaria seja usado para ampliação do imóvel, ou que uma casa de tijolos tenha uma parede reformada com uso do PVC.

    Os responsáveis pelo sistema afirmam que o acabamento pode ser feito com os mais diferentes materiais, que vão do gesso ao azulejo, passando pelo próprio PVC, o que reduz custos e aumenta o isolamento térmico. Em Santa Catarina, o preço de venda fica entre R$ 800 e R$ 900 por m².

          Fonte: Por Ana Paula Marques  em http://mudominhacasa.wordpress.com/2011/11/29/novidades-na-construcao-civil-o-uso-do-pvc/

  • 05 fevereiro, 2013

      Foi-se o tempo das vacas magras no mercado de trabalho dos engenheiros civis. Se na "década perdida" de 1980 a oferta de vagas era tão baixa que os recém-formados preferiam migrar para o setor financeiro, onde eram mais bem remunerados, hoje o aquecimento da Construção gera tanta demanda por profissionais qualificados que os alunos já são contratados antes mesmo de se formar. No entanto, mais do que engenheiros "genéricos", as empresas precisam de especialistas – em gestão, produção, orçamento, coordenação de obras, entre outros. E, com falta de "material humano" de qualidade no mercado, as empresas estão apostando cada vez mais na formação de seus próprios quadros internos.

      O setor está crescendo e deve continuar assim nos próximos anos. Incorporadoras e construtoras aproveitam o momento favorável para lançar mais empreendimentos. Com tantos projetos tocados ao mesmo tempo, a principal dor de cabeça dessas empresas é como supervisionar todas as obras simultaneamente e com qualidade. Dessa necessidade imediata deriva o primeiro dos campos de especialização mais promissores do mercado: o planejamento de obras.

      O papel do engenheiro de planejamento é fundamental para determinar a velocidade e a estratégia com que as obras serão executadas. "Com o grande volume de lançamentos, cada vez mais o planejamento deverá ser elaborado como visão da empresa e não por cada gestão de obra", afirma o diretor técnico e de obras da Goldzstein Cyrela, Rogério Raabe. Para o vice-presidente do SindusCon-SP (Sindicado da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo), Francisco Vasconcellos Neto, os engenheiros dessa área não podem se iludir, achando que basta dominar um software de planejamento para fazer bem seu trabalho. Em sua opinião, falta no mercado um curso de especialização forte nesse segmento.

      Com o aumento do número de obras é preciso, também, lidar com um grande número de projetistas. Portanto, há espaço também para engenheiros capacitados em Gerenciamento de Projetos. O diretor de engenharia da CCDI (Camargo Corrêa Desenvolvimento Imobiliário), Cláudio Sayeg, cita três das principais competências necessárias a esse profissional. Primeiro, ele precisa ter um domínio técnico básico, mas amplo, das várias especialidades que compõem a edificação. Segundo, deve conhecer as tecnologias mais usadas no segmento de construção em que atuará – popular, comercial ou de alto padrão. Por fim, deve saber interpretar os diversos projetos de um empreendimento e identificar as implicações no orçamento, na execução, no cronograma etc. "Não basta ler superficialmente os desenhos, é preciso saber o que há em suas entrelinhas", explica Sayeg.

    Escrito por: Renato Faria

    Fonte: http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/134/artigo89320-1.asp

  • O Brasil encontra-se neste momento na maior fase de crescimento económico e humano da sua história. O mais importante motor desse desenvolvimento é a indústria da construção. Grandes obras de Engenharia Civil estão planeadas para os próximos anos no Brasil, algumas das quais de grande dimensão e complexidade.   Ao longo de uma série de artigos iremos apresentar algumas das mais importantes obras de engenharia civil que se vão realizar no Brasil. No entanto é também importante conhecer as realizações passadas da engenharia civil brasileira, conhecida em todo mundo pela sua proficiência técnica e capacidade de optimização e por ter sido responsável por algumas das mais importantes obras de Engenharia Civil da América do Sul. Apresentam-se a seguir três exemplos da excelência técnica da engenharia civil no Brasil.  

    A Maior Barragem do Brasil – Complexo Hidroeléctrico de Itaipu

     Barragem de Itaipu O Complexo Hidroeléctrico de Itaipu está localizado no Rio Paraná. A sua construção foi resultado de uma parceria entre o Brasil e o Paraguai e continua a ser uma das maiores barragens do mundo. Tem uma potência geradora de cerca de 14 mil MW, 20 unidades de geração de energia eléctrica e fornece uma parte muito significativa da energia eléctrica consumida em ambos os países. A sua construção implicou o uso de 13 milhões de m3 de betão e a intervenção de cerca de 40 mil operários.   O Edifício Mais Alto do Brasil – Mirante do Vale Condomínio Mirante do Vale O edifício mais alto do Brasil continua a ser o Mirante do Vale. Este arranha-céus foi construído em São Paulo durante a década de sessenta e tem uma altura de cerca de 170 metros. Localizado no Vale do Anhangabaú, demorou 6 anos a ser construído, sendo uma obra absolutamente inovadora na época. Possui algumas características bastante peculiares para um edifício desta altura, nomeadamente o facto de a sua estrutura ser constituída quase inteiramente por betão armado ao invés da crescente tendência do uso combinado aço e betão, em estrutura mista.   A Maior Ponte do Brasil – Ponte Rio-Niterói Ponte de betão de NiteroiLocalizada na baía Guanabara, no estado do Rio de Janeiro a ponte Rio-Niterói liga a cidade do Rio de Janeiro e Niterói.

    É uma das maiores pontes rodoviárias do mundo medindo cerca de 13 km, dos quais quase 9 km sobre água. A sua construção ficou concluída em 1974, sendo estruturalmente constituída por betão armado pré-esforçado.

          Fonte: http://www.engenhariacivil.com/maiores-obras-engenharia-civil-brasil
  • 04 dezembro, 2012
    [gallery] No mês de dezembro a Protop comemora seus 14 anos de fundação, com vasta experiência no que se propôs a fazer e ampliando a cada dia seus horizontes. Já estamos com 2 filiais atuando no setor elétrico atendendo a Cemig nas regiões leste, centro e oeste.  
  • 02 dezembro, 2012
    Estamos felizes com mais esta etapa. Um site totalmente desenvolvido para você estar sempre informado sobre os Projetos desenvolvidos pela Protop - Construções e Projetos. Aguarde e muitas novidades serão informadas.